PUC
MINAS
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CONGRESSO SOTER
Ma. Macaé Evaristo
Síntese: Paolo Cugini
A liberdade religiosa nasce da República. Defesa do
Estado laico ancóra o direito e a liberdade das pessoas de poder escolher a
melhor forma de congregar. O Estado laico não é um movimento contra as religiões,
mas é afirmar que o Estado favorece a liberdade Religiosa. A laicidade é condição de democracia, porque impede que uma religião tome conta do espaço político.
Disque 100 é um canal Nacional gratuito, e, muitas
vezes, é a única forma de proteção contra as violências. Tem segmentos que são vítimas
de violências por questões políticas e religiosas. Existe sofrimento de
pessoas. Atrás de números tem pessoas, situações.
Dados: 2270 denúncias de violências religiosas entre 2025e 2026. Tivemos
uma ampliação de 64% de denúncias no último ano. É uma curva que mostra um
crescimento de intolerância religiosa. Quanto mais cresce a confiança das
pessoas no Disque 100, mais as pessoas se sentem seguras.
Quem são alvos? Todas as religiões, mas sobretudo as
religiões afrodescendentes, que são as mais perseguidas: se trata de racismo
religioso. Se trata de um estado permanente de persecução contra as religiões afrodescendentes.
Minas Gerais está dentro os Estados de maiores incidências. A intolerância ganha
força quando alcança figuras públicas.
Muitos líderes religiosos do mundo religioso
afrodescendentes foram vítimas de situações de intolerâncias religiosas. Quanto
maior é a casa religiosa quanto mais é vítima de violências. Precisa a coragem
de denunciar.
| Ma. Macaé Evaristo |
Outra cifra é dentro das delegacias, que são relatados
como crime de briga de vizinhos a invés de intolerância religiosa. Foram décadas
de violências por parte da polícia. O racismo religioso é uma continuidade com
uma concepção do Estado Brasileiro que produziu intolerância.
O avanço de um projeto político que incrementa a intolerância
religiosa no Brasil é preocupante. Precisa garantir que o Estado seja laico. Precisa
pensar políticas públicas que saibam favorecer caminhos de luta contra a
intolerância religiosa.
A ONU reconheceu o crime do tráfego de escravos entre África
e Brasil. A diáspora espalhou afrodescentes em muitos lugares. No Brasil tem
uma lei, a 11635, que convida ao combate contra a intolerância religiosa. A intolerância
religiosa mata. Por isso é importante afirmar a democracia e a laicidade do
Estado.
Precisa do reconhecimento das casas religiosas. A
solução não vem somente de cima, mas é construída nas bases.
Políticas públicas. Fortalecer delegacias
especializadas, que intendam o que é intolerância religiosa. Além disso, é
necessário formar agentes públicos.
Durante a ditatura militar foram criminalizadas as
casas religiosas afrodescendentes. Precisa reconhecer as religiões de origem
africana como patrimônio, que deve ser protegido.
É preciso escutar, conhecer o território antes de
tomar decisões que possam machucar comunidade religiosas. Defender o Estado
leigo é defender a dignidade humana. A laicidade é a condição da existência da
liberdade religiosa.
Só uma alma elegante de elevação é capaz de exergar que religiões são valores inviolável.
ResponderExcluirMede de assumir uma identidade ou preferência por tal espiritualidade vêm sendo respeitado ainda de forma pouca aceita, pois as mentes fechadas travam expressante desenvolvimento humano.
É notável que Deus não têm relação com religiões.
Homens sensíveis sabem a importância do respeito,empatia,religiosa é necessário, pois o evolução consciência própria passa por caminhos diversos está busca interior da verdade têm caminhos diferentes cada um com sua fé.
É enadimicivel qualquer situação que causem constrangimento contra sua fé.Assim segue
Penso que as políticas públicas já deveriam ter uma visão ampla em todos os Estados brasileiros sobre essa situação, pois essa classe é para defender o povo e não para excluir, quando não se toma uma decisão acertada. As religiões, e as pessoas merecem respeito. Já estamos séculos vinte um e ainda não temos uma solução.
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